domingo, 28 de julho de 2024

ARTIGO PARA A SENIUM: A CONTEMPORANEIDADE DAS MINORIAS RELEVANTES (PARTE 02) (RASCUNHO)

 


É sempre indispensável, quando olhamos o presente, esticarmos os olhos para o passado, para os movimentos históricos que assinalaram mudanças profundas nos costumes e na cultura, visto que o presente tem suas raizes nesse tempo decorrido.

São irremediáveis as transformações no processo histórico das sociedades.

Não se trata mais, como nos recentes movimentos da contracultura, de criticar e confrontar os padrões tradicionais, mas de empenhar-se para ganhar visibilidade, recriando o espaço social, ao reduzir preconceitos, sempre potenciais e latentes, numa arena onde vicejam interesses de classes, de controle e de poder.

Há um grande "arquipélago", onde identificamos com facilidade, "ilhas" de racismos, de empoderamento do feminismo, das opções sexuais, de misoginia, e de tantas outras "ilhas" mais singulares, que ainda estão em estado latente. ainda iniciando o processo de sua organização ideológica.

A diversidade derrubando as muralhas do conservadorismo, ou das tradições, como as trombetas de Jericó.

Hoje a contracultura abandonou o seu lugar de rebeldia, e mostra uma face de irreverência, pois já possue um "status" intelectual, com seus ideólogos atuando em diversas arenas, com propostas bem consolidadas, e um público bem organizado, ciente de que o Sistema já não responde à um conjunto de expectativas que despontam no modelo social incipiente.

Essas "minorias" buscam a visibilidade legalizada, juridicamente reconhecida, almejando um espaço socialmente definido, em que não mais sejam vistas como "minorias", mas como um conjunto de pessoas com acesso ao reconhecimento público dos seus direitos à diversidade.

Um novo momento da História, em que as sociedades buscam a estabilidade em meio às grandes mudanças provocadas pelo surgimento de tecnologias e novas metas de sutentabilidade, melhoria na qualidade de vida e direitos humanos, já reconhecidos internacionalmente.

Essa nova condição resulta das transformações que movimentos contraculturais do recente passado, ao alterar as relações de controle e dominação dos padrões comportamentais, até então presentes na sociedade, criaram as oportunidades do surgimento e manifestação das "minorias invisiveis".

Também a força motriz das novas tecnologias, colabora para profundas mudanças no modelo econômico de produção e de relações de ocupação e empregos, gerando um novo olhar sobre as novas possibilidades que tais tecnologias agregam ao processo de transformação, provocando a dissolução conceitual do modelo dominante.

O que podemos observar hoje, nos costumes da cultura ocidental, é que as anteriores "minorias", integraram-se ao conjunto social e já não existem mais  como grupos singulares, embora ainda encontrem preconceitos remanescentes, aos quais também reagem com alguns atos culturais, como as passeatas, em que hostilizam as tradições e as formalidades legais, "chocando a burguesia!" O antigo e renovado "épater la burgeoisie" (o grito de guerra dos poetas franceses decadentes do século XIX).

A sociedade avançou para um novo estágio, ao dissolver preconceitos de que se originaram as "minorias", assimilando-as e admitindo a existência de diferentes opções de escolha no modo de vida, mesmo que dissonantes das "regras e normas" que até então, eram uma imposição social de "boa convivência e de moralidade".

Diluiu-se o Sistema, ao ceder às mudanças, abdicando do poder de dominar e de controlar a sociedade, o que abre o estado de transição, em que valores e princípios ganham novas, relativas e instáveis ressignificações.

Claro que ainda há resistência, mas sem o poder de intervenção, ante o avanço internacional de um novo modelo de convivência humana, no qual se define o lugar da diversidade. 

Fim de um ciclo, início de outro...



quinta-feira, 25 de julho de 2024

ARTIGO PARA A SENIUM: AS MINORIAS RELEVANTES (PARTE 01)


                                 

Silenciosamente, "minorias", assim identificadas pela sociedade, surgem de modo organizado, ocupando discretamente, um fragmento do espaço social.

Sem grandes ruídos, vão costruindo seu território particular, marcando fronteiras e criando alguns símbolos que assinalam, sobretudo, a "diferença", como um dado essencial da sua presença, no mundo da "maioria". 

De repente, nos damos conta de que há "maiorias e minorias" no mundo, como se já não bastassem os conflitos ideológicos, que campeiam e dividem o universo humano, em classes sociais.

Será que podemos tratar essas "maiorias" e "minorias"como uma coletividade ideologicamente organizada? 

Penso que qualquer agrupamento humano, parte de idéias comuns, afinidades de preconceitos e conceitos, que se organizam em torno de uma ideologia política, religiosa ou de diversos outros princípios, que mantenham uma unidade básica.

Numa sociedade, a dita "maioria" é uma construção de tradições acumuladas, uma engenharia social que se impõe, oriunda de gerações antecedentes, que organiza padrões comportamentais, moral e éticamente aceitos, como o modelo ideal.  A moral, do latim "mores", é o conjunto de regras do que é o "certo" e o "errado", assegurando a boa convivência.  A ética, do grego "êthos", prevê o "bem" e o "mal". 

A "moral" é uma conduta normativa; valores éticos são princípios universais, resultantes de reflexões sobre as ações e normas de conduta. 

As "minorias" se definem por diferenças, em relação aos padrões organizados que edificam o comportamento da "maioria", criando modelos alternativos, que pressupõem a liberdade pessoal de escolha, indiferentes à moral normativa do grupo social, e independentes do comportamento padronizado da maioria.

Por que tais minorias seriam relevantes?

Elas apontam para o esgotamento e fragilidades do Sistema dominante, ao relativizar o "contrato social", rebelando-se e organizando-se em torno de valores da contracultura, divergentes aos da "maioria".

Surgido nos anos de 1960, o movimento Hippie opunha-se a guerra do Vietnã e a ordem bipolar da guerra fria. Insurgia-se contra o modelo capitalista da organização da sociedade, apontando para a nova ordem da contracultura, abalando os alicerces da cultura ocidental.

Essa "minoria" Hippie, manifestava seu caráter  de rebeldia à hierarquia, à  obediência, ao autoritarismo, ao capitalismo, ao comunismo, e criticava  à imposição dos valores estéticos de beleza, o modelo de educação, o matrimônio, o modelo de família, confrontando as instituições e os padrões comportamentais vigentes, que já não respondiam mais às grandes questões, e alimentavam a miséria, os preconceitos, a violência, as guerras, adoecendo a sociedade com novas patologias mentais e emocionais.

Esse movimento, nascido do descontentamento de uma minoria de jovens escritores, músicos e artistas, ao expandir-se por vários países, acaba por impor um novo curso à História do Ocidente, assinalando o fim de um conjunto de convenções sociais e institucionais. A relevância de uma minoria...

25 de julho de 2024

prof. mario moura








ARTIGO PARA A SENIUM: DITADO ANTIGO...

 


Diz o velho ditado, que "se conselho fosse bom, ninguém dava, vendia!" 

Mas a verdade, é que há bons conselhos, o que contraria a crença do provérbio, ao desacreditar, de modo geral, a figura do conselho.

No entanto, e isso é interessante, é que poucos aceitam receber e concordar com a oferta do conselho.  Talvez, o que explique esse fato, seja a presunção de que somos autossuficientes, e não precisamos  da observação alheia, que corrija o nosso propósito. Ou talvez, não tenhamos perdido ainda, hábitos da juventude, que se acredita independente e capaz de tudo resolver por conta própria. Bem, o que importa é considerar o conselho sob um outro ângulo,  que acredito, mais consciente e, por que não, mais inteligente...

E se considerarmos o conselho, um gesto de afeição, de amizade, de preocupação, para que acertemos a nossa decisão? 

Muda o nosso foco de intervenção abusiva na nossa vida, e transforma essa intervenção num gesto amigável, até mesmo respeitoso! Por isso, os verdadeiros amigos, estão sempre atentos e preocupados... e nos aconselham...

Não! Não discordem imediatamente de mim! Permitam justificar-me. 

Sim, quero chegar ao gesto amigável de oferecer um conselho: "aproveitem ao máximo a vida, não importando o momento em que estejam... Cinquenta, sessenta ou mais anos de vida!"

Ou então, esqueçam, pois será um indicativo de que nunca entenderão o milagre da vida, a beleza da vida e o prazer de estar aqui e agora, "carpe diem", aproveitando ao máximo os prazeres do nosso corpo, nossos sonhos, nossa inteligência, que nos eleva a percepção de como a vida é breve,  um momento na eternidade, e que passa sem que se perceba".

Não é um conselho hedonista, longe disto! 

É a percepção de que nosso corpo, provido de sentidos, é uma antena parabólica, e está destinado a captar a energia cósmica e proporcionar os prazeres que tal energia pode oferecer.

E a medida que desenvolve sua sensibilidade, torna-se vulnerável à beleza do Universo e da natureza. Vulnerável a beleza do ser humano em sua plenitude!

Sao as faces que o conselho pode oferecer, se estivermos atentos a carga de afetividade e franqueza que carrega.

A vida pode ser entendida de muitos modos, segundo a crença de cada um.

Mas seja qual for esse modo de entende-la, viver a sua essencialidade, é desfrutar com inteligência e elegância, o mistério da nossa existência.

Ser inteiro, ser íntegro, é existir plenamente.

"Tudo vale a pena, se a alma não é pequena." (F.Pessoa)

25 de julho de 2024

prof. mario moura


terça-feira, 23 de julho de 2024

RESUMO DA INTRODUÇÃO AO CURSO INICIAÇÃO A ESCRITA CRIATIVA E RECREATIVA

   RESUMO DA INTROCUÇÃO AO CURSO INICIAÇÃO A ESCRITA CRIATIVA E RECREATIVA

Vamos tentar entender, primeiramente, o que significa o ato de escrever. 

Por que ele simboliza um ato de libertação?

A primeira grande revolução cognitiva, que nos permitiu decodificar a realidade, nomeando-a, foi a criação da linguagem, que nasce com os primeiros sistemas pictóricos, ou ideográficos, evoluindo para os sinais fonológicos, à custo balbuciados.  Havíamos criado a linguagem...

Essa, penso eu, foi a maior e mais importante revolução da história da espécie humana!

Nesse momento, nosso olhar transformou a realidade, e iniciamos nosso distanciamento do mundo natural, criando o nosso mundo cultural.

Começávamos a nossa jornada inteligente no planeta,,, E para contar essa história, precisávamos da linguagem, precisávamos da palavra! 

E para registrar os acontecimentos e fatos mais importantes, começamos com as pequenas tijolos de argila, e daí para outros materiais, até os papiros, até chegarmos ao papel, como o conhecemos hoje. 

Com o tempo, criamos o livro... É um objeto decorrente da linguagem, que supera o estágio dos registros orais e passa para os registros escritos, físicos.

E agora, voltemos ao nosso ponto inicial: por que escrever é um ato de libertação? 

O campo semântico da palavra "libertação" é amplo, e passeia pelos quatro campos da nossa natureza: o físico, o racional, o psicológico e o emocional . 

Deixemos o físico e o racional, e fiquemos com psicológico e o emocional, os pilares da construção da arte literária.

Traduzindo em miúdos, esses dois campos simbolizam a unidade: o que somos (a nossa subjetividade) e o  que sentimos.

 Uma unidade indissolúvel, reveladora de um ser complexo, construtor de "civilizações", mas ainda confuso e sem respostas para algumas questões fundamentais do significado da sua existência, da sua origem e do que está fazendo por aqui.

A apropriação da linguagem, nos leva a dar um sentido mais profundo ao seu uso, quando passamos a registrar nossos estados psicológicos e emocionais, que nos levam a criar a ficção, os estados confessionais e os conflitos psicológicos, bem como registrar nossas primeiras observações científicas sobre a natureza e a manifestação das suas leis.

Nesse nomento, criávamos a literatura em sentido amplo, conferindo à linguagem o elevado nível de articulação e criatividade. A linguagem deixava de ser um ato meramente funcional e instrumental, transformando-se em palavra-arte.

É a arte da palavra, que nos interessa, e é a partir dela, que iremos tentar compreender a importância de saber articula-la, para  transforma-la no ato de criar, de inventar e libertar o nundo oculto de nossa subjetividade, seja na percepção do mundo que nos cerca, seja na revelação de cenas que habitam o nosso mundo imaginário.

Passo a passo, iremos desvendar o fantástico e extraordinario universo da linguagem, que está adormecido em nossa sensibilidade e inteligência.

Através de pequenos e rotineiros exercícios, conquistaremos a nossa competência de perceber o mundo à nossa volta, exercitando um novo olhar sobre o que nos cerca, e cuja realidade passa despercebida à nossa percepção.

Quando despertamos para uma nova compreensão da linguagem, e a vemos mover-se em outra dimensão, menos funcional e mais sensível e inteligente, nos damos conta de que podemos construir um mundo novo, ativando a nossa imaginação e libertando nossa condição e capacidade de exercitar a criatividade.

Agora você já sabe o valor da linguagem, fora do mundo cotidiano, do papo coloquial, de mero instrumento de comunicação, e o que podemos fazer esteticamente com a palavra, o que podemos criar, inicialmente, apenas observando a realidade do nosso cotidiano, e dando-lhe vida sob a forma descritiva de linguagem.

Todo o nosso sistema linguageiro opera com o nosso universo vocabular, daí decorre a importâmcia fundamental de nos apropriarmos de um amplo vocabulário, que nos habilite a descrever uma cena, ou um objeto com palavras que não estejam desgastadas pelo uso cotidiano, e cujo sentido fica empobrecido, sem originalidade.

Não significa que somente podemos construir um texto de modo erudito.

O modo prático de se ampliar o vocabulário, é através da leitura, seja dos bons clássicos, ou de escritores e cronistas modernos.

A Crônica é um bom gênero, para desenvolvermos o hábito da leitura, não como lazer, apenas, mas como o exercício da observação dos seus elementos e da forma como o autor recria a realidade observada.

A literatura brasileira tem em seu acervo, excelentes cronistas, que além de registrarem fatos e acontecimentos interessantes, apresentam também um excelente campo para inovarmos o modo de descrição de realidades tão próximas de nós, e que muitas vezes não são percebidas. 

E claro,  poderemos observar a riqueza do vocabulário, e nos apropriarmos  de novas palavras que formos encontrando na leitura, anotando-as e pesquisando seu sentido mais amplo, num bom dicionário.

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INTRODUÇÃO À ESCRITA CRIATIVA E RECREATIVA

Vamos tentar entender, primeiramente, o que significa o ato de escrever. Por que ele simboliza um ato de libertação?

Aquela história que se perde no tempo, 2,5 milhões de anos, conta-nos como surgiu o gênero homo. 

500 mil anos depois, os humanos se espalham da África para a Eurásia. É a evolução das diferentes espécies humanas, quando elaboramos as primeiras ferramentas de pedra, e já ensaiávamos andar eretus... bem deixa pra lá, e vamos direto à primeira grande revolução cognitiva, que nos permitiu decodificar a realidade, nomeando-a. Havíamos criado a linguagem... Essa, penso eu, foi a maior e mais importante revolução da história da espécie humana!

Nesse momento, nosso olhar transformou a realidade, e iniciamos nosso distanciamento do mundo natural, criando o nosso mundo cultural.

Começávamos a nossa jornada no planeta,,,

E para contar essa história, precisávamos da linguagem, precisávamos da palavra! E para registrar os acontecimentos e fatos mais importantes, começamos com as pequenas tábuas de argila, e daí para outros materiais, até os papiros, até chegarmos ao papel, como o conhecemos hoje. Com o tempo, criamos o livro...

Claro, que não começamos com a criação de um alfabeto! Nada de letras... Usávamos desenhos para representar o que desejavamos registrar. Era o que se denomina "linguagem pictórica, ou ideográfica. Ou sistema...

O livro é um objeto decorrente da linguagem, que deixa o estágio dos registros orais e passa para os registros ideográficos ou escritos, em sucessivos materiais. 

Considero o livro a melhor e mais eloquente testemunha da nossa história!

E agora, voltemos ao nosso ponto inicial: por que escrever é um ato de libertação? 

O campo semântico da palavra "libertação" é amplo, e passeia pelos quatro campos da nossa natureza: o físico, o racional, o psicológico e o emocional .

Deixemos o físico e o racional, e fiquemos com psicológico e o emocional.

Traduzindo em miúdos, esses dois campos simbolizam a unidade: o que somos (a nossa subjetividade) e o  que sentimos. Uma unidade indissolúvel, reveladora de um ser complexo, construtor de "civilizações", mas ainda confuso e sem respostas para algumas questões fundamentais do significado da sua existência, da sua origem e do que está fazendo por aqui.

São questões relevantes e que passam a fazer parte da nossa condição humana, a partir do momento em que nos apropriamos da linguagem.

Essa apropriação nos leva a dar um sentido mais profundo ao uso da linguagem, quando passamos a registrar nossos estados psicológicos e emocionais, que nos levam a criar a ficção, os estados confessionais e os conflitos psicológicos, bem como registrar nossas primeiras observações científicas sobre a natureza e a manifestação das suas leis.

Nesse nomento, criávamos a literatura em sentido amplo, conferindo à linguagem o elevado nível de articulação e criatividade. A linguagem deixava de ser um ato meramente funcional e instrumental, transformando-se em palavra-arte.

É a arte da palavra, que nos interessa, e é a partir dela, que iremos tentar compreender a importância de saber articula-la, para  transforma-la no ato de criar, de inventar e libertar o nundo oculto de nossa subjetividade, seja na percepção do mundo que nos cerca, seja na revelação de cenas que habitam o nosso mundo imaginário.

Passo a passo, iremos desvendar o fantástico e extraordinario universo da linguagem, que está adormecido em nossa sensibilidade e inteligência.

Através de pequenos e rotineiros exercícios, conquistaremos a nossa competência de perceber o mundo à nossa volta, exercitando um novo olhar sobre o que nos cerca, e cuja realidade passa despercebida à nossa percepção.

Quando despertamos para uma nova compreensão da linguagem, e a vemos mover-se em outra dimensão, menos funcional e mais sensível e inteligente, nos damos conta de que podemos construir um mundo novo, ativando a nossa imaginação e libertando nossa condição e capacidade de exercitar a criatividade.

A ESCRITA CRIATIVA

Agora você já sabe o valor da linguagem, fora do mundo cotidiano, do papo coloquial, de mero instrumento de comunicação, e o que podemos fazer esteticamente com a palavra, o que podemos criar, inicialmente, apenas observando a realidade do nosso cotidiano, e dando-lhe vida sob a forma descritiva de linguagem.

Como se pintássemos um quadro com as tintas da nossa imaginação, usando a nossa competência no domínio do nosso vocabulário.

O VOCABULÁRIO

Todo o nosso sistema linguageiro opera com o nosso universo vocabular, daí decorre a importâmcia fundamental de nos apropriarmos de um amplo vocabulário, que nos habilite a descrever uma cena, ou um objeto com palavras que não estejam desgastadas pelo uso cotidiano, e cujo sentido fica empobrecido, sem originalidade.

Não significa que somente podemos construir um texto de modo erudito.          

As palavras são pura magia, depende apenas de como podemos usa-las com criatividade, conferindo-lhes uma nova semântica, ou seja, um sentido que traduza de modo original o que pretendemos descrever.

E não apenas isso, mas também a própria estrutura frasal, a organização dos seus elementos constitutivos: substantivos, verbos, advérbios, adjetivos e demais categorias de "ligação".

O modo prático de se ampliar o vocabulário, é através da leitura, seja dos bons clássicos, ou de escritores e cronistas modernos.

A Crônica é um bom gênero, para desenvolvermos o hábito da leitura, não como lazer, apenas, mas como o exercício da observação dos seus elementos.

A literatura brasileira tem em seu repertório, excelentes cronistas, que além de registrarem fatos e acontecimentos interessantes, apresentam também um excelente campo para inovarmos o modo de descrição de realidades tão próximas de nós, e que muitas vezes não são percebidas. 

E claro,  poderemos observar a riqueza do vocabulário, e nos apropriarmos  de novas palavras que formos encontrando na leitura.

24 de fevereiro de 2024

prof. mario moura

quarta-feira, 17 de julho de 2024

ARTIGO PARA A SENIUM: "STREAMPUNKS"


Sempre achei curioso a presença desse personagem, já denominado "influencer", ou influente. 
Uma nova espécie no mundo da comunicação de massa, a quem se atribui ser um gestor de opinião, ou seja, alguém com poder capaz de influenciar, ou criar opiniões ou conceitos! 
Um formador de opinião pública!!

Será que já chegamos a esse estágio de pauperismo intelectual?? Estamos precisando de alguém que nos diga o que devemos pensar, a respeito de algo, de um fato ou acontecimento?

Creio que podemos olhar, talvez, para um outro lado da questão.

Parece-me engendrado esse negócio de influencer!

Parece-me que se trata de um novo modelo de manipulação, que aposta na sua invisibilidade, tomando todos por tolos.

Mas tem sido sempre assim, haja vista como nascem as ideologias e como fazem rebanhos, sempre apostando na "ingenuidade", ou no despreparo assinalado pela indigência do conhecimento crítico.

Essa figura, do "influencer", chegou pelas mãos da mídia, de modo sorrateiro, nas redes sociais, hoje o ponto de encontro das mais diversas e contraditorias, confusas, inteligentes, sonambúlicas e esperançosas opiniões sobre tudo que os humanos pensam e fazem.

Vai daí, um espectador mais atento, ante a balburdia, resolveu ser o árbitro e organizar a bagunça, assumindo à sua verdade, como a única que realmente deve ser considerada. E fim de papo!!

Seria mesmo possível essa origem simplista do "influencer"? Não! Claro que não!

Temos até uma "Central de Influencer"?   Temos até mesmo o influencer Kids?? Temos o requinte de influencers em todos os segmentos sociais!! Do estilo, da moda, do hobby etc... e claro, o influencer político.

Já que não podemos pensar por conta própria, seja por incompetência, anomia (Durkheim) ou idiotia, ou que diabo seja, surge a figura "divina" 
do influencer... e comprova o vácuo!

Como 'nada se cria, tudo se transforma', deixamos de ser 'criadores' e seguimos as "novas opiniões", sempre quentinhas e saídas do forno dos influencers, para nos servir como finos acepipes...

E vai dando novas formas e conteúdos, alterando as relações com as realidades até então vigentes, em todos os segmentos!

Então a coisa é mais séria do que parece...

Resumindo esse 'imbroglio', estamos diante do novo fenômeno contemporâneo, já batizado de "streampunks", 0 que nos leva a examinar esse conceito nomeado "punk".

Mas isso já é assunto para outra ocasião... 
Aqui, apenas fica especular se é tão importante um "influencer", que denuncia uma sociedade padecendo de anomia, ou coisa pior, ou se é um modismo oportunista, em que os alpinistas sociais ganham ares de suma importância, e se colocam nos altares em que devemos orar e consultar, para receber a "verdade". Aqui, vale um muxoxo...

17 de julho de 2024
prof. mario moura




RESUMO DA INTRODUÇÃO AO CURSO "INICIAÇÃO À ESCRITA CRIATIVA E RECREATIVA

 RESUMO DA INTROCUÇÃO AO CURSO INICIAÇÃO À ESCRITA CRIATIVA E RECREATIVA

Vamos tentar entender, primeiramente, o que significa o ato de escrever. Por que ele simboliza um ato de libertação?

A primeira grande revolução cognitiva, que nos permitiu decodificar a realidade, nomeando-a, foi a criação da linguagem, que nasce com os primeiros sinais fonológicos, à custo balbuciados.  Havíamos criado a linguagem...

Essa, penso eu, foi a maior e mais importante revolução da história da espécie humana!

Nesse momento, nosso olhar transformou a realidade, e iniciamos nosso distanciamento do mundo natural, criando o nosso mundo cultural.

Começávamos a nossa jornada inteligente no planeta,,, E para contar essa história, precisávamos da linguagem, precisávamos da palavra! E para registrar os acontecimentos e fatos mais importantes, começamos com as pequenas tábuas de argila, e daí para outros materiais, até os papiros, até chegarmos ao papel, como o conhecemos hoje. Com o tempo, criamos o livro... É um objeto decorrente da linguagem, que deixa o estágio dos registros orais e passa para os registros escritos, físicos. 

E agora, voltemos ao nosso ponto inicial: por que escrever é um ato de libertação? 

O campo semântico da palavra "libertação" é amplo, e passeia pelos quatro campos da nossa natureza: o físico, o racional, o psicológico e o emocional . Deixemos o físico e o racional, e fiquemos com psicológico e o emocional, os pilares da construção da arte literária.

Traduzindo em miúdos, esses dois campos simbolizam a unidade: o que somos (a nossa subjetividade) e o  que sentimos. Uma unidade indissolúvel, reveladora de um ser complexo, construtor de "civilizações", mas ainda confuso e sem respostas para algumas questões fundamentais do significado da sua existência, da sua origem e do que está fazendo por aqui.

A apropriação da linguagem, nos leva a dar um sentido mais profundo ao seu uso, quando passamos a registrar nossos estados psicológicos e emocionais, que nos levam a criar a ficção, os estados confessionais e os conflitos psicológicos, bem como registrar nossas primeiras observações científicas sobre a natureza e a manifestação das suas leis.

Nesse nomento, criávamos a literatura em sentido amplo, conferindo à linguagem o elevado nível de articulação e criatividade. A linguagem deixava de ser um ato meramente funcional e instrumental, transformando-se em palavra-arte.

É a arte da palavra, que nos interessa, e é a partir dela, que iremos tentar compreender a importância de saber articula-la, para  transforma-la no ato de criar, de inventar e libertar o nundo oculto de nossa subjetividade, seja na percepção do mundo que nos cerca, seja na revelação de cenas que habitam o nosso mundo imaginário.

Passo a passo, iremos desvendar o fantástico e extraordinario universo da linguagem, que está adormecido em nossa sensibilidade e inteligência.

Através de pequenos e rotineiros exercícios, conquistaremos a nossa competência de perceber o mundo à nossa volta, exercitando um novo olhar sobre o que nos cerca, e cuja realidade passa despercebida à nossa percepção.

Quando despertamos para uma nova compreensão da linguagem, e a vemos mover-se em outra dimensão, menos funcional e mais sensível e inteligente, nos damos conta de que podemos construir um mundo novo, ativando a nossa imaginação e libertando nossa condição e capacidade de exercitar a criatividade.

Agora você já sabe o valor da linguagem, fora do mundo cotidiano, do papo coloquial, de mero instrumento de comunicação, e o que podemos fazer esteticamente com a palavra, o que podemos criar, inicialmente, apenas observando a realidade do nosso cotidiano, e dando-lhe vida sob a forma descritiva de linguagem.

Todo o nosso sistema linguageiro opera com o nosso universo vocabular, daí decorre a importâmcia fundamental de nos apropriarmos de um amplo vocabulário, que nos habilite a descrever uma cena, ou um objeto com palavras que não estejam desgastadas pelo uso cotidiano, e cujo sentido fica empobrecido, sem originalidade.

Não significa que somente podemos construir um texto de modo erudito.  

O modo prático de se ampliar o vocabulário, é através da leitura, seja dos bons clássicos, ou de escritores e cronistas modernos.

A Crõnica é um bom gênero, para desenvolvermos o hábito da leitura, não como lazer, apenas, mas como o exercício da observação dos seus elementos e da forma como o autor recria a realidade observada.

A literatura brasileira tem em seu acervo, excelentes cronistas, que além de registrarem fatos e acontecimentos interessantes, apresentam também um excelente campo para inovarmos o modo de descrição de realidades tão próximas de nós, e que muitas vezes não são percebidas. E claro,  poderemos observar a riqueza do vocabulário, e nos apropriarmos  de novas palavras que formos encontrando na leitura, anotando-as e pesquisando seu sentido mais amplo, num bom dicionário.

A REVOLUÇÃO NA EDUCAÇÃO E CULTURA DIGITAL: UM OLHAR NEURODIVERGENTE


Olá tudo bem?
Segue texto sobre um novo capítulo no diálogo na educação e mídia com o livro "Streampunks: um fenômeno contemporâneo".

O autor, Ton Felix e também acadêmico mergulha nas profundezas do impacto que os influenciadores digitais, conhecidos como Streampunks, têm exercido sobre as mídias tradicionais e a cultura contemporânea.
Consegue uma nota?
Se precisar de entrevistas, estamos à disposição.

Obrigada e abraços!



A revolução na educação e cultura digital: um olhar neurodivergente

Em uma pesquisa inédita, Ton Felix explora o impacto dos influenciadores digitais do YouTube e propõe métodos de ensino adaptativos para alunos neurodivergentes.

No cenário educacional e cultural contemporâneo, Ton Felix não é apenas um observador, mas um pioneiro. Neurodivergente, diagnosticado com dislexia e TDAH, Felix superou barreiras significativas no sistema educacional tradicional, o que o impulsionou a conduzir um dos estudos mais profundos e originais sobre a interação entre n
eurodiversidade e tecnologia digital no Brasil
Seu livro, "Streampunks: Um Fenômeno Contemporâneo", é resultado de uma extensa pesquisa que marca o primeiro estudo aprofundado do país sobre o tema.

Em entrevista, Felix compartilhou insights sobre seu processo: "Explorar como os Streampunks estão remodelando a mídia foi revelador. Minha neurodiversidade me permitiu abordar o tema de uma maneira única, focando em como as tecnologias podem facilitar caminhos inclusivos e inovadores na educação e comunicação."

Globalmente, estima-se que cerca de 15% da população seja neurodivergente. No Brasil, dados indicam que mais de 10 milhões de pessoas têm algum tipo de condição neurodivergente, como autismo ou dislexia. Esses números destacam a necessidade de um sistema educacional que não apenas acomode, mas também valorize as diferenças no funcionamento cerebral.

Felix, utiliza recursos audiovisuais e fomenta a interação entre os alunos, por meio de dinâmicas inclusivas e adaptativas, que considera fundamentais em todos os níveis educacionais, do ensino fundamental ao superior. Enfatiza a importância de adaptar as avaliações para atender às necessidades individuais de cada estudante, especialmente aqueles com neurodivergências, como por exemplo, a realização da leitura de provas para alunos com déficit de atenção e hiperatividade.

A capacitação de professores e coordenadores é crucial para implementar essas metodologias inclusivas, garantindo que todos os alunos tenham a oportunidade de acessar o mesmo conteúdo sem serem prejudicados por suas dificuldades. Acredito firmemente que a educação é um processo contínuo de construção, sempre evoluindo e se adaptando, o que torna essencial o investimento constante na formação de professores para enfrentarem os desafios e as mudanças constantes no campo educacional.

Os pais devem atentar-se à necessidade e ao comportamento de seus filhos, existem vários recursos e especialistas hoje em dia que conhecem o assunto, podendo auxiliar a família a captar e adaptar tratamentos de acordo com a necessidade dos pequenos e não apenas medicá-las, acrescenta o autor.

Seu livro aprofunda-se na influência crescente dos influenciadores digitais, particularmente aqueles no YouTube, conhecidos como Streampunks. Estes criadores estão desafiando as normas tradicionais da indústria de mídia, oferecendo novas formas de conteúdo e interação que ressoam com uma audiência global. Felix argumenta que esta nova onda de produção de mídia não só democratiza o conteúdo, mas também proporciona uma plataforma para vozes frequentemente marginalizadas, incluindo aquelas da comunidade neurodivergente.

A obra de Felix é um chamado à ação para educadores, criadores de políticas e líderes culturais para reconhecer e integrar a neurodiversidade em todos os aspectos da sociedade. "Nossa meta deve ser uma educação que não só inclua, mas celebre as diferenças, utilizando a tecnologia para abrir novos caminhos e possibilidades para todos", conclui Felix.

Este livro não apenas destaca uma pesquisa crucial, mas também serve como um guia para futuras políticas educacionais e culturais, oferecendo um novo paradigma para a inclusão e o reconhecimento da neurodiversidade na era digital.

Sobre o autor:
Ton Felix é um jornalista e acadêmico cuja carreira foi moldada pela intersecção entre tecnologia digital, educação e neurodiversidade. Seu trabalho pioneiro tem influenciado o pensamento sobre como a cultura digital pode ser moldada para ser mais inclusiva e representativa de todas as formas de diversidade humana.

segunda-feira, 15 de julho de 2024

1 KG DE SLOGAN PARA CONVIDAR OS 50+

 1)  NA SENIUM VOCÊ REINVENTA A SUA VIDA

2)  NA SENIUM A MATURIDADE É UM PRIVILÉGIO

3)   A SENIUM PROPÕE E VOCÊ DISPÕE

4)   SENIUM, UMA PROPOSTA DE RENOVAÇÃO

5)   SENIUM, UM CONCEITO DE QUALIDADE DE VIDA

6)   NA SENIUM,  A VIDA VALE MAIS QUE O TEMPO

7)   SEJA SENIUM, E REINVENTE A VIDA

8)   SEJA SENIUM E CONQUISTE O PRAZER DE VIVER

9)   SENIUM, UMA PROPOSTA INOVADORA

10) DESCUBRA NA SENIUM O PRAZER DA MATURIDADE

11)  LONGEVIDADE? VOCÊ É UM SORTUDO!

12)  LONGEVIDADE, VEM COM A GENTE! VEM COM A SENIUM

13)  LONGEVIDADE, NADA MAIS. VENHA PRA SENIUM

14)  LONGEVIDADE, UM NOME, UMA LENDA

15)  PARA BOM ENTENDEDOR, LONGEVIDADE BASTA

16)  LONGEVIDADE É O NOSSO APELIDO

17)  NA SENIUM, A LONGEVIDADE É O MELHO. ESQUEÇA O RESTO

18)  LONGEVIDADE, SEMPRE A ESCOLHA CERTA! VENHA PARA A SENIUM

19)  QUEM LONGEVIDADE SEUS MALES ESPANTA

20)  NA SENIUM, LONGEVIDADE É UMA ESCOLHA INTELIGENTE

21)  NÃO É TV, É SENIUM, É LONGEVIDADE

21)  HÁ UM POUCO DE LONGEVIDADE EM TODOS NÓS! VENHA PRA SENIUM!

22)  NA SENIUM, A LONGEVIDADE SERÁ PARA VOCÊ AQUILO QUE VOCÊ QUER QUE SEJA

23)  LONGEVIDADE: PARE PARA PENSAR.  VENHA PRA SENIUM

24)  NA SENIUM A LONGEVIDADE SERÁ O TEMPERO DA SUA VIDA

25)  LO NGEVIDADE É EXATAMENTE O QUE VOCÊ PRECISA. VENHA PRA SENIUM

26)  SENIUM, VEJA MAIS. FAÇA MAIS

27)  PESSOAS INTELIGENTES ESCOLHEM SENIUM

28)  PARA UMA MUDANÇA DE VIDA, EXPERIMENTE SENIUM

29)   NENHUM CAMINHO É LONGO DEMAIS, QUANDO                            SENIUM NOS ACOMPANHA

30)  SENIUM, O JEITO INTELIGENTE DE SER SENIUM

quarta-feira, 10 de julho de 2024

11 ERROS QUE VOCÊ NÃO DEVE COMETER EM UMA IDADE AVANÇADA (SABEDORIA PARA VIVIR /ESTOICISMO)

 

PROVA DE VIDA INSS APOSENTADOS ETC

 

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#provadevidainss #provadevidainss2023 #provadevida PROVA DE VIDA INSS 2023- LISTA DE QUEM NÃO PRECISA ATUALIZAR É DIVULGADA - EVITE SUSPENSÃO BENEFÍCIOProva de vida do INSS volta a ser obrigatória em 2023 e tem novas regras. Como fica a prova de vida em 2023? INSS: confira o que muda na prova de vida para 2023 O que muda no INSS em 2023? Qual o valor da aposentadoria para 2023? Vai ter pente fino do INSS em 2023? Prova de Vida para o INSS ganha novas regras que tornam o processo mais proativo A partir de 2023, o procedimento será automático, por meio do cruzamento de informações de bases de dados públicas, federais, estaduais e municipais Como fazer prova de vida em 2023? O que muda no INSS em 2023? Qual o valor da aposentadoria para 2023? Vai ter pente fino do INSS em 2023? 00:00 - INTRODUÇÃO 03:30 - O QUE É PROVA DE VIDA DO INSS 04:00 - O QUE MUDA NA PROVA DE VIDA INSS EM 2023 04:21 - QUAIS DADOS O INSS VAI UTILIZAR PARA FAZER A PROVA DE VIDA 07:49 - COMO O INSS FARÁ A PROVA DE VIDA COM COMPARAÇÃO DE DADOS 08:05 - EXEMPLO DE COMO FAZER PROVA DE VIDA INSS 2023 09:10 - A PROVA DE VIDA CONTINUA VENCENDO NA DATA DO ANIVERSÁRIO DO BENEFICIÁRIO 09:53 - COMO SABER SE MINHA PROVA DE VIDA JÁ FOI REALIZADA 10:23 - AINDA PODE FAZER A PROVA DE VIDA NO BANCO? 10:58 - O QUE ACONTECE SE O INSS NÃO FIZER MINHA PROVA DE VIDA 11:59 - PRAZO DE 60 DIAS PARA FAZER PROVA DE VIDA DO INSS 13:20 - O QUE É PESQUISA EXTERNA PARA PROVA DE VIDA DO INSS 13:38 - O QUE FAZER SE O BENEFÍCIO FOR BLOQUEADO POR FALTA DE PROVA DE VIDA DO INSS 14:58 - QUEM PRECISA FAZER PROVA DE VIDA DO INSS EM 2023 15:21 - QUAIS OS TIPOS DE BENEFÍCIOS QUE PRECISAM FAZER PROVA DE VIDA DO INSS EM 2023 prova de vida inss,prova de vida no inss,prova de vida do inss,prova de vida meu inss,meu inss prova de vida,prova de vida inss pelo celular,prova de vida inss prazo,prova de vida,prova de vida inss 2021,prova de vida 2022,prova de vida suspensa,como fazer prova de vida,prova de vida aposentados,prova de vida dos aposentados,prova de vida digital,prova de vida pelo celular,inss,prova de vida inss 2023,novas regras prova de vida inss 2023